OTHERLIFE

O filme nos traz a história da personagem Rae, que está trabalhando em uma nova tecnologia capaz de criar realidades virtuais na mente do usuário, alterando a percepção de tempo. Ou seja, de alguma forma esse aplicativo age de uma forma em seu cérebro fazendo com que você seja capaz de acreditar naquilo que está vivendo e sentindo. O intuito com essa nova invenção é fazer com que o seu irmão, que está em coma, tenha algum tipo de experiência para que, então, um dia possa retornar do coma.

A trama da personagem é muito bem construída. O seu jeito simples e carismático junto com a angústia e a ansiedade de salvar o irmão é mostrado de uma forma muito sincera e bonita.

A produção do filme assemelha-se com a série Black Mirror, pois toda a ambientação do filme se passa no futuro com uma inovação tecnológica ainda em testes.

A ideia do filme é mostrar uma tecnologia onde pode-se implantar memórias no ser humano, para curar doenças por exemplo. Entretanto, ao analisarmos isso, deve-se levantar algumas questões como, por exemplo, o fato de que essas memórias poderiam induzir o ser humano a ter algum tipo de comportamento ou até ser utilizado para torturas.

Nós temos então um filme que nos apresenta uma biotecnologia que poderia ser bom para o futuro. Em contrapartida, em diversos momentos da trama podemos observar também os malefícios que isso poderia causar na humanidade.

4/5

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